Fake news, um bom negócio?

Plataforma estrangeira busca combater a desinformação

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Ao menos US$ 235 milhões (quantia equivalente a mais de R$ 1 bilhão) são movimentados anualmente em banners de publicidade que aparecem em web sites extremistas e que produzem fake news. O volume foi estimado por um estudo da Global Disinformation Index (literalmente, “índice global de desinformação”), aliança entre governos, empresas e representantes da sociedade civil formada com o objetivo de “restaurar a confiança na mídia”.

“Desinformação” é definida pela aliança como “informação imprecisa espalhada intencionalmente e/ou maliciosamente” pela rede. No estudo, foram pesquisados aproximadamente 20 mil domínios suspeitos de propagar notícias falsas, cruzando dados sobre audiência e o quanto os anunciantes pagam por cada visitante. Muitas empresas desconhecem que suas marcas aparecem nesses web sites em virtude da maneira como parte da publicidade é programada automaticamente na internet.

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“Se elas tivessem escolha, penso que escolheriam não subsidiar esse tipo de conteúdo, mas no momento ainda não podem fazer isso”, explicou Daniel Rogers, cofundador e chefe de tecnologia da Global Disinformation Index, ao adiantar à rede CNN as principais conclusões do estudo, que deve ser publicado na íntegra em setembro. Cabe às próprias empresas criar mecanismos para monitorar onde vai parar a sua publicidade. Nos EUA, o grupo de ativistas Sleeping Giants (“gigantes adormecidos”) tem contas em redes sociais que denunciam anunciantes. “Essa é apenas a ponta do iceberg”, disse Rogers.

Conheça o trabalho da Global Disinformation Index: https://disinformationindex.org/.

fake news

Daniel Rogers é cofundador do “Índice Global de Desinformação”

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Confiabilidade em ascensão

Apenas em 2019, o diário americano The New York Times – em geral lembrado como exemplo de confiabilidade na mídia global – ganhou mais de 400 mil assinantes digitais. A carteira de leitores que pagam para ler seu noticiário pela internet e por aplicativos para dispositivos móveis atingiu a marca de 3,8 milhões no final do primeiro semestre.

Chega de aborrecimentos

Um ano depois de seu lançamento nos EUA, o aplicativo TikTok tornou-se um fenômeno entre jovens (mas também entre adultos) ao criar um território que o afasta de outras redes sociais. Seus usuários publicam e veem vídeos de curta duração cujo objetivo é apenas divertir e entreter, de um modo interativo e colaborativo diferente do Instagram.

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