Quase 60% das faculdades do País têm sexualidade e gênero na formação de professores

Pesquisa da Unesco revela que pedagogia é o curso em que assunto mais é discutido em relação às outras licenciaturas

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A discussão sobre gênero e sexualidade no currículo da educação básica foi um assunto muito pedido nos planos de educação. Para que ela seja feita da maneira adequada, respeitando a pluralidade e formando jovens responsáveis, os professores devem estar preparados. Uma pesquisa feita pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) mostrou que 58,27% das faculdades brasileiras incluem os temas sexualidade e relação de gênero no currículo básico da formação de professores.

Os dados foram obtidos como resultados preliminares de uma pesquisa maior. Ela consultou 300 instituições de ensino superior, em sua maioria privadas. Entre elas, 19,42% informaram que simplesmente não adotam os assuntos na grade curricular, 11,15% incluem apenas relação de gênero, 5% trabalham apenas sexualidade e 6,42% não souberam responder.

Outra informação revelada foi que pedagogia é o curso em que mais se discute o assunto, incluído por 66% das instituições. Em seguida, vêm as licenciaturas em Educação Física (21,7%), Letras (19,2%), Biologia (16,7%), Antropologia (14,3%) e História (13,3%).

Com informações da Agência Brasil

 

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