Pesquisa aponta a necessidade de uma reforma no financiamento da educação

Para os pesquisadores, reforma é essencial para reduzir as disparidades intraestaduais

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Gustavo Morita
As disparidades de financiamento entre as regiões limitam a oferta de Educação de Jovens e Adultos (EJA), aponta Ipea

As instituições educacionais que deram conta, no passado, de universalizar o acesso à escola estão hoje desgastadas e sem condições de melhorar a qualidade do ensino público. Esta é uma das conclusões do artigo publicado em Brasil em Desenvolvimento – Estado, planejamento e políticas públicas, lançado recentemente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Assinado pelos pesquisadores Luís Felipe Batista de Oliveira e Divonzir Arthur Gusso, o texto aponta para a necessidade de uma complexa reforma de modo a reduzir “parte importante das disparidades intraestaduais de financiamento da Educação Básica”. Apesar do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e de mecanismos como o Plano de Ações Articuladas (PAR), os economistas afirmam que ainda subsistem insuficiências e que elas limitam, principalmente, a oferta de educação infantil e da educação de jovens e adultos (EJA). Entre outras recomendações, o Ipea também afirma que as redes estaduais e municipais precisam avançar na forma como se apropriam dos dados do Ideb e da Prova Brasil, que hoje geram mais diagnósticos, em vez de planos de intervenções pedagógicas.   

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