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A trajetória do Semesp nos seus 35 anos de história contou com a contribuição de importantes educadoras Fazer parte da Diretoria do Semesp desde …

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A trajetória do Semesp nos seus 35 anos de história contou com a contribuição de importantes educadoras

Fazer parte da Diretoria do Semesp desde 1996 permitiu à diretora financeira da entidade, Cecília Anderlini, dar continuidade ao seu trabalho como educadora e mantenedora de uma instituição de ensino superior, e ser um canal condutor da pujança de um setor responsável pela inclusão de um contingente de alunos que por muito tempo não pôde ter acesso ao nível superior.

Acompanhando o desenvolvimento do Semesp desde sua criação, em 1979, data coincidente com seu início como mantenedora de instituição de ensino, Cecília Anderlini pôde ser porta-voz das faculdades particulares, que passaram por um crescimento acentuado na década de 70. “Nesse tempo, o Semesp atuava mais com as questões trabalhistas relativas a reajustes salariais e com as mensalidades escolares. Com a criação dos novos órgãos de regulação que hoje atuam no setor, o Semesp intensificou sua participação junto ao MEC e ampliou sua atuação para pleitear mudanças que inquietam as instituições”, lembra a educadora. Ela acompanhou as contribuições valiosas dos presidentes do Semesp, desde Luiz Paulo Schiavon. “Os professores Ernani Bicudo e Paulo Antônio Gomes Cardim não pouparam esforços para consolidar a entidade com a compra da primeira sede, e o professor Gabriel Mário Rodrigues construiu a sede atual, hoje em reformas para melhor atender seus associados”, conta.

Cecília lembra, na gestão de Gabriel, a criação do Fórum Nacional do Ensino Superior Particular, em 1999, com a preocupação de debater questões regulatórias do setor. Com o tempo, o Fnesp passou a tratar os pontos que agregam maior valor na condução das instituições, como gestão, inovação, empreendedorismo. Ela recorda também a contribuição do professor Antonio Carlos Braga na criação, em 2001, do Congresso de Iniciação Científica, evento que era realizado em sua instituição. “Já em 2013, tivemos 1.982 inscritos no Conic, envolvendo alunos de instituições do Brasil todo”, comemora a educadora.

Cecília destaca a ideia postulada e defendida por ela na gestão de Hermes Ferreira Figueiredo, em 2005, para realização das Jornadas Regionais. “Decorridos 10 anos de Jornadas, o Semesp se interiorizou, levando às instituições mais distantes informações geoeconômicas e regulatórias, orientações jurídicas e prestando um atendimento individual, além de reunir cada vez mais representantes nessas regionais.”

Cecília cita as Missões Técnicas Internacionais, que desde 2009 contribuem “para um ganho na amplitude do Sindicato, por contar com mantenedores de todas as regiões do Brasil”, e lembra a inauguração, no último dia 10 de junho, da Universidade Corporativa Semesp, que visa promover cursos para capacitar os profissionais do ensino superior. “O setor educacional brasileiro tem muito a avançar, razão pela qual há que atentar para algumas mudanças a serem observadas, dadas as diferenças regionais, bem como a natureza das instituições: universidades, centro universitários e faculdades, essas últimas tendo os ônus das primeiras (exigências não contempladas pela LDB vigente), mas não os bônus, como a autonomia para promover mudanças em seus intramuros”, conclui.

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