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Inhotim nas fériasA programação do Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), não entrou de férias e está repleta de atividades neste início de ano. Entre …

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Divulgação

Inhotim nas férias
A programação do Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), não entrou de férias e está repleta de atividades neste início de ano. Entre os destaques estão peças de teatro de bonecos e oficinas de botânica, jogos e brincadeiras. Na colônia de férias “Pequenos propositores”, que acontece em todos os finais de semana do mês de janeiro, as crianças podem percorrer os acervos de arte e botânica, além de participar de atividades guiadas por educadores do instituto, como a construção de objetos nos ateliês do centro educativo.


Entre os dias 1° e 6 de janeiro, o visitante está convidado a plantar mudas de manjericão, hortelã e arruda na obra A origem da obra de arte, da artista plástica Marilá Dardot. A instalação propõe que o público coloque as plantas em 1.500 vasos de cerâmica em formato de letras e os espalhe pelo campo, formando palavras e frases no parque. Quem quiser conhecer a fundo a diversidade botânica do local pode participar do “Espaço Ciência”, de 22 a 27 de janeiro.
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Já no dia 20, entram em cena os bonecos que contam a vida de Santos Dumont e suas invenções na montagem Homem voa?, do Grupo Catibrum (foto). A peça conta com projeção de imagens e teatro de sombras. A companhia também se apresenta no dia 3 de fevereiro, com a comédia Malasarte, que reúne diversos contos populares.


Duas atividades chamam a atenção para as brincadeiras e o trabalho criativo. Aos sábados e domingos, uma oficina de bonecos de papel incentiva a expressão artística das crianças. Enquanto isso, a “Estação Jardim Especial” estimula o conhecimento sobre a fabricação de brinquedos e jogos antigos, ensinando a confeccioná-los com materiais que geralmente são jogados fora.


Instituto Inhotim
Rua B, 20, Inhotim, Brumadinho, Minas Gerais
Telefone: (31) 3571.9700
www.inhotim.org.br
Terças, quartas, quintas e sextas-feiras, das 9h30 às 16h30
Sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30
Entrada: gratuita nas terças-feiras, exceto feriados
R$ 20,00 nas quartas e quintas-feiras
R$ 28,00 nas sextas-feiras, nos sábados, domingos e feriados








Acordo ortográfico é adiado


Quem já se acostumou a escrever plateia sem acento ou a não usar mais o trema pode ficar indignado. Quando foi assinado pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), o novo acordo ortográfico previa o início de sua obrigatoriedade no Brasil para este 1º de janeiro. No entanto, o prazo para a mudança aumentou e vai durar até o primeiro dia de 2016. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a medida foi tomada para ampliar o tempo de adaptação dos outros países que aderiram ao acordo – Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.






Roosewelt Pinheiro/ABr
O índice que influi na nota
Com o objetivo de evitar “ranqueamentos” e as indevidas comparações entre desempenhos de escolas com diferentes perfis de alunos em avaliações como Enem (foto) e Prova Brasil, os pesquisadores Francisco Soares e Maria Teresa Gonzaga Alves, do Grupo de Avaliação e Medidas Educacionais (Game – UFMG) produziram um método para calcular o índice de nível socioeconômico (NSE) de cada escola.


Baseados nos questionários das avaliações da Educação Básica realizadas por alunos de 128 escolas (81 particulares) entre 2001 e 2009, os pesquisadores chegaram a uma média do NSE de cada estudante e, em seguida, calcularam a média do NSE de cada escola. A metade dos alunos dessas instituições fez o Enem em 2011, o que possibilitou a comparação dos NSEs com as médias do Enem por escola divulgadas no final do ano passado.


Com o NSE, é possível constatar por meio do cálculo o que já mostram pesquisas qualitativas: escolas que têm alunos com alto nível socioeconômico são as que apresentam nota mais alta no Enem e aquelas que atendem estudantes das famílias mais pobres têm o desempenho mais baixo.








Escola na Copa?


A polêmica sobre se as escolas poderão ou não funcionar durante a realização da Copa do Mundo de 2014 continua. Em dezembro, um parecer aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) autorizou tanto instituições públicas quanto privadas a continuar suas atividades durante o Mundial. A norma do CNE contraria o que determinou a já sancionada Lei Geral da Copa, segundo a qual deve haver férias do começo ao fim do evento, ou seja, de 12 de junho a 13 de julho.


A Lei Geral da Copa, por sua vez, contraria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), já que esta afirma que o calendário escolar deve se adequar “às peculiaridades locais, até mesmo climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino”. A exigência é que a carga horária de 800 horas-aula seja distribuída em ao menos 200 dias. O Ministério da Educação (MEC) ainda não se manifestou a respeito do parecer.

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