Inserção do negro na sociedade é pauta de discussão no V Fórum Social Mundial

Obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-descendente suscita debate

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Redação

O Observatório da Educação,

em parceria com o Instituto da Mulher Negra (Geledés) e o Centro de Estudos das Relações do Trabalho e Desigualdades (CEERT), promoveu, durante o V Fórum Social Mundial, o debate sobre
Políticas de Educação e Relações Étnico-Raciais

.




 




O foco da discussão foi a inserção do negro na sociedade, baseado na Lei 10.639, que altera a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e inclui no currículo das escolas a obrigatoriedade do estudo das histórias e culturas afro-brasileira e africana.




 



O encontro foi marcado por exposições, debates com o público e a presença de importantes representantes na luta contra a desigualdade étnico-racial, como Abdu Ferraz – neto de Soba Nkambozo, líder social em Angola -, que dividiu cultura e experiências de seu povo.


 


William (Bill) Lucy, presidente da Coalition of Black Trade Unionists, movimento negro norte-americano, observou que o sucesso profissional dos negros é prejudicado pela falta de oportunidades iguais aos brancos na época da escola. Pontou também semelhanças e diferenças entre a situação do afro-descendente nos Estados Unidos e no Brasil.


 



No final do evento foi lançado o livro
Para entender o negro no Brasil de hoje: histórias, realidades, problemas e caminhos

, de Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes.




 




Mais informações no site do



Observatório da Educação



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