Em Oregon , uma escola modelo

Escola norte-americana, referência no ensino de ciências e tecnologia, não utiliza currículo tradicional, trabalha por projetos e usa a redondeza como sala de aula

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Nos arredores da cidade de Portland, costa oeste dos Estados Unidos, encontra-se a
Oregon Episcopal School

(OES), uma das escolas consideradas “modelo” naquele país, e referência no resto do mundo, quando o assunto é ensino de ciências biológicas e exatas. Lá não há currículo rigoroso e nem horários fixos para as aulas. Uma equipe multidisciplinar de professores trabalha em tempo integral com os alunos em projetos que integram diversas disciplinas. Em sua maioria, os estudantes mergulham, em duplas, em um grande projeto por ano.

Fazendo cerâmica, em um galpão repleto de equipamentos dedicado inteiramente ao manuseio desse material, estudantes aprendem conceitos básicos de química, por exemplo. Iris Jeod, professora formada em Química, frisa a necessidade de tornar-se polivalente quando se trabalha por projetos. “Me sinto química, bióloga e artista plástica ao mesmo tempo quando auxilio na montagem de algo como isso”, explica, apontando para a maquete de um vulcão recém construída por estudantes.

Apesar de Episcopal em sua essência, a escola tem alunos hindus, mulçumanos, protestantes, católicos e budistas, provenientes principalmente da Ásia, África e Américas. Em comum, seus pais desembolsam a média de preço das principais escolas privadas norte-americanas: US$10 mil por ano.

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