Do macro ao microcosmo

Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, mantém aberta ao público a mostra Arte e ciência – Nós entre os extremos

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Divulgação
Imagem à esquerda, acima, trata da Seção Encontro com o infinito: é possível capturar a dimensão do espaço? Abaixo, à esquerda, cena do filme “Powers of ten” (“Potências de dez”), de 1977; à direita, objetos mostram estruturas complexas quando ampliados muitas vezes

A junção entre arte e ciência está ganhando espaço nas galerias. O Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, aderiu à ideia e mantém aberta ao público a mostra Arte e ciência – Nós entre os extremos, com 35 obras de 16 criadores. Os trabalhos proporcionam aos visitantes diferentes percepções sobre objetos simples do cotidiano que, ao serem ampliados muitas vezes, revelam novas e inusitadas formas e cores. Entre os destaques estão obras audiovisuais sobre o funcionamento do corpo humano e do planeta. Vale conferir também o filme Powers of ten (Potências de dez). Concluído em 1977 e dirigido pelo casal Charles e Ray Eames, a obra começa com a cena de um piquenique. A cada dez segundos, a câmera se afasta da primeira paisagem filmada em uma escala que cresce exponencialmente, partindo do enquadramento do parque até o enquadramento do planeta. Em seguida, é feito o movimento contrário: a câmera mergulha novamente no planeta até focar a pele, os pelos e as células das pessoas que estão no piquenique mostrado inicialmente. O que se propõe é uma viagem do macro ao microcosmo.

Arte e ciência – Nós entre os extremos 
Instituto Tomie Ohtake – São Paulo
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201, Pinheiros
De terça-feira a domingo,
das 11h às 20h
Entrada franca
Até 14 de fevereiro
Informações: (11) 2245-1937 /
setoreducativo@institutotomieohtake.org.br

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