‘Com amor, Simon’ tem trama leve e afirmativa

Filme trata da dificuldade de assumir a homossexualidade na adolescência

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Com amor, Simon

Divulgação

Psicóloga que atuou por muito tempo com adolescentes, inclusive num grupo de apoio em Washington (EUA) para crianças e jovens com não conformidade de gêneros, a americana Becky Albertalli inspirou-se nesse universo de atuação profissional para escrever os romances Os 27 crushes de Molly (Intrínseca, 320 págs., R$ 34,90) e Com amor, Simon (Intrínseca, 272 págs., R$ 34,90), cujos protagonistas são adolescentes às voltas com a escola, os amigos e a família.

O primeiro deles a chegar ao cinema foi Com amor, Simon, em breve nos serviços de streaming. Dois atores do filme – Katherine Langford e Miles Haizer – trabalharam antes na controvertida minissérie Os 13 porquês, que trata de bullying e de suicídio. Mas, embora as duas histórias tenham elementos em comum, a trama de Albertalli é bem mais leve e afirmativa, mesmo tratando da dificuldade de assumir a homossexualidade na adolescência.

Um componente importante do filme é o uso das redes sociais para a prática do bullying. A capacidade de um simples post criar um incêndio de proporções alarmantes, em um período de tempo muito curto, tem preocupado escolas e professores. Com amor, Simon reconstitui cuidadosamente um episódio em que adolescentes protagonizam um linchamento digital, iluminando aspectos que podem ajudar a desarmar essas bombas ou a reduzir o seu impacto.

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