Censo revela que saúde preventiva é ensinada na maioria das escolas

Estudantes consideram o colégio segunda melhor fonte para esclarecer dúvidas

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Um levantamento inédito sobre saúde do Censo Escolar 2005, feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC), revelou que, das 161.679 escolas que responderam o questionário, 99% de ensino médio e 95% de ensino fundamental trabalham com os estudantes temas relacionados à promoção da saúde e educação preventiva, como drogas, doenças sexualmente transmissíveis, aids e gravidez na adolescência.



 




Depois da família, os jovens apontaram a escola como o segundo lugar mais utilizado para obter informações sobre aids e, em terceiro, a televisão. Os colégios abordam o assunto, em 81% dos casos, nos conteúdos das disciplinas ou por meio de palestras (71%). Materiais educativos são usados em 38% das instituições, enquanto 25% trabalham o tema em feiras de ciências.




 




Os responsáveis pelo ensino do tema são professores capacitados, em 43% das escolas; profissionais de saúde, em 36%; e/ou membros de organizações da sociedade civil, em 8%. Atualmente, 9% dos estabelecimentos distribuem preservativos aos alunos, porém o MEC pretende aumentar o índice para 25% em 2006.




 




Os dados mostram, também, o aumento do uso da camisinha na primeira relação sexual entre jovens de 16 a 19 anos: de 47,8% em 1998, foi para 65,8% em 2005. Além disso, o uso do contraceptivo cresce segundo o grau de instrução. A parcela de homens com idade entre 16 e 19 anos que usam o método varia de 58,6% nos analfabetos funcionais a 72,2% naqueles com nível médio completo.




 




 



(Fonte: MEC)




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