Artigo acusa sistema educacional de culpado por superexposição à TV

Professor defende que os estudantes fiquem mais tempo na escola

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Redação



Magno Maranhão, professor e presidente da Associação de Ensino Superior do Rio de Janeiro, em artigo publicado hoje, 2 de março, no

Jornal do Brasil


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acusou o sistema educacional brasileiro de ser um dos culpados pelo tempo que as crianças passam na frente da televisão brasileira.




 




Segundo ele, é sabido que a programação da TV aberta no país não é educativa, ao contrário da TV por assinatura que, infelizmente, é “artigo de luxo” no Brasil. Sendo assim, a escola deveria ocupar mais tempo das crianças e adolescentes, pois a superexposição à televisão coloca o aparelho no papel de educador.





 



O Plano Nacional de Educação, aprovado em 2001, determinou a expansão da jornada escolar, porém nenhuma medida foi tomada para cumprir a meta. Maranhão aponta ainda para o uso da TV como “babá eletrônica”, já que os pais brasileiros das classes menos favorecidas não têm tempo para ficar com os filhos.




 




Para o professor, a TV usada como única fonte de informação sobre o mundo aliena o telespectador, que deixa de viver por suas próprias experiências. Os argumentos são baseados em dados de um levantamento realizado pelo instituto norte-americano de pesquisas Ipsos. No estudo, o Brasil foi o pior colocado: 43% das crianças não lêem livros; 43% não brincam com amigos; 69% nunca usam computador e 79% não praticam esportes em equipe.

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