Alunos socialmente vulneráveis têm direito a um bom professor

Pesquisa aponta que escolas deveriam se preocupar mais com qualidade do que com quantidade de professores

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alunos socialmente vulneráveis

Relatório Professores ibero-americanos: insights do Pisa e da Talis apresenta informações para auxiliar no desenvolvimento da educação (foto: Shutterstock)

Equilibrar a qualidade da educação entre as classes sociais é desejo de qualquer país. Para ter resultados positivos, muitas nações estão inserindo mais professores em escolas cujos estudantes possuem situações socioeconômicas baixas.

Relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgado recentemente, Professores ibero-americanos: insights do Pisa e da Talis, aponta que a medida não é eficaz, uma vez que não adianta aumentar a quantidade de professores se estes não possuírem uma boa qualidade pedagógica, além de experiência.

A indicação é de que os melhores professores deveriam trabalhar em escolas desfavorecidas, e não o contrário.

A medida, segundo o estudo, deveria ser uma política pública – que o Brasil não aplica. Nos últimos 12 anos, o acesso à educação no país cresceu, com um aumento de 21% de alunos com 15 anos a ingressar nos estudos. Consequentemente, a procura por professores também aumentou.

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