A Partícula de Deus e a física

Como os professores podem relacionar o bóson de Higgs a conteúdos da disciplina

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A comunidade científica teve motivos de sobra para comemorar o mês de julho. Uma das maiores conquistas científicas dos últimos 30 anos foi anunciada: a descoberta do bóson de Higgs, mais conhecido como a Partícula de Deus.


O Grandes Temas de setembro, “Partícula maldita“, explica a origem dessa teoria da física de partículas, o motivo de seu nome e a experiência que conseguiu comprovar sua existência. Apesar de o bóson de Higgs ser uma tecnologia de ponta e ter sido descoberto recentemente, os professores de física podem utilizar a notícia para articular conteúdos em sala de aula. É o que explica o professor Ronaldo Carrilho, do Anglo Vestibulares.

+ Entenda mais sobre o bóson de Higgs


FÍSICA


“O bóson de Higgs é uma tecnologia de ponta que está completamente fora da grade curricular. No entanto, é possível traçar um paralelo na hora de estudar como novas partículas são detectadas.  Para realizar esses experimentos, normalmente é necessário provocar colisões, que é um tema da grade curricular do ensino médio. Antes da colisão, é necessário acelerar as cargas elétricas e, para isso, deve-se ter conhecimentos sobre campo elétrico e campo magnético. Por meio da análise de conservação de energia e conservação da quantidade de movimento é possível inferir a existência de uma partícula.


A experiência responsável pela descoberta do bóson de Higgs é, portanto, um bom exemplo de colisão de partículas para estudar conteúdos do ensino médio.  A função de qualquer professor é trazer, sempre que possível, a disciplina para o dia a dia do aluno. Se os professores puderem contextualizar e trazer para a realidade dos jovens um fato novo e que usa uma teoria que eles estão aprendendo, o assunto se torna muito mais interessante.”
Ronaldo Carrilho, professor de física do Anglo Vestibulares

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