4 perguntas para Silvio Pinheiro, o novo presidente do FNDE

Presidente da autarquia explica quais serão suas prioridades e comenta o Fies

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Silvio Pinheiro (à esq.) e Mendonça Filho, ministro da Educação

 

Como será a sua gestão? Pretendo assegurar o bom uso dos recursos públicos, buscando alternativas que permitam ao FNDE fazer mais por menos. Fazer uma política pautada em resultados, revisando métodos e processos burocráticos, que muitas vezes dificultam o andamento e o acompanhamento dos projetos, além de resultar em desperdício de tempo e dinheiro.

Qual a sua avaliação do Fies? O Fies é um programa fundamental e estratégico para o país. Todavia, cresceu vertiginosamente nos últimos anos, e na nossa análise, precisa ser corrigido, ajustado e melhorado. Neste contexto, encontra-se em estudo no âmbito do MEC, Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento um conjunto de medidas voltadas à sustentabilidade do programa.

Em 2016, as IES ficaram sem receber os repasses do Fies por quase quatro meses. Qual é a chance de essa situação voltar a ocorrer? Os recursos orçamentários necessários à execução do programa no corrente exercício já estão devidamente assegurados no orçamento da União, o que garante a renovação dos contratos formalizados até o ano de 2016 e também para a oferta de novas vagas neste ano.

O senhor pretende manter um diálogo aberto com os representantes das IES? Venho de uma escola em que o debate e o diálogo são fundamentais para a construção do entendimento e evolução das relações. As IES são indispensáveis para o bom funcionamento do Fies. Destarte, a sustentabilidade e a longevidade do programa são um desafio que deve ser perseguido pelo poder público e as IES, e com o diálogo franco e permanente podemos alcançar esse objetivo de forma mais rápida e eficiente.

 

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